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Agência Estado | sábado, 9 de fevereiro de 2019 - 05h00

Ícone do modernismo, Paul Klee ganha primeira grande exposição no Brasil

Klee consagrou-se, entre outros aspectos, pelo tenso equilíbrio que buscava criar entre formas elementares, a mostra destaca seus passos singulares rumo à abstração e à contestação da pintura tradicional
Há desde desenhos da juventude, como nus, até obras que revelam influência de nomes como Kandinski, de quem foi colega quando atuou como professor da Bauhaus, na Alemanha, país onde foi perseguido pelo nazismo Há desde desenhos da juventude, como nus, até obras que revelam influência de nomes como Kandinski, de quem foi colega quando atuou como professor da Bauhaus, na Alemanha, país onde foi perseguido pelo nazismo - Foto: Divulgação

No caminho que trilhou nas artes, o suíço Paul Klee (1879-1940) chegou a estabelecer contato com correntes como o expressionismo e o cubismo, mas permaneceu sempre independente em relação a esses movimentos. É essa autonomia de estilo que a exposição Paul Klee - Equilíbrio Instável busca evidenciar, por meio de 120 pinturas, papéis, gravuras, desenhos e objetos vindos do Zentrum Paul Klee de Berna, na Suíça.

Lembrando que Klee consagrou-se, entre outros aspectos, pelo tenso equilíbrio que buscava criar entre formas elementares, a mostra destaca seus passos singulares rumo à abstração e à contestação da pintura tradicional.

Há desde desenhos da juventude, como nus, até obras que revelam influência de nomes como Kandinski, de quem foi colega quando atuou como professor da Bauhaus, na Alemanha, país onde foi perseguido pelo nazismo.

Entre trabalhos conhecidos e raros, ganham destaque, por exemplo, um fac-símile de Angelus Novus, desenho que inspirou texto do filósofo Walter Benjamin, assim como fantoches que fez para seu filho entre 1915 e 1925.

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