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Viviane Feitosa | sexta, 9 de março de 2018 - 08h08

Grito Rock acontece neste sábado com bandas de MS, RJ e Maranhão

Festival apresentará 14 bandas e tem início às 15h no Drama bar
O Grito do Rock busca fomentar a cena independente musical local de onde acontece e é hoje o o maior festival colaborativo do mundo O Grito do Rock busca fomentar a cena independente musical local de onde acontece e é hoje o o maior festival colaborativo do mundo - Divulgação

Realizado em diversas cidades do mundo, o Grito Rock acontecerá mais uma vez em Campo Grande. Neste ano se apresentarão 14 bandas, entre elas Vinaa, do Maranhão; Metabrisa, do Rio de Janeiro; Peixes Entrópicos, Os Alquimistas, Toca Fitas e diversas outras de Mato Grosso do Sul (confira o horário e todas as bandas que tocam no festival abaixo). O evento começa às 15h deste sábado (10), no Drama bar e terá 12 horas de apresentações. A entrada custa R$ 10.

O Grito do Rock busca fomentar a cena independente musical local de onde acontece e é hoje o o maior festival colaborativo do mundo. Em 2014 aconteceu em mais de 400 cidades de 40 países diferentes.

“Nossa intenção é mostrar que estamos aptos a receber eventos desse porte, além de propor entretenimento para a população com um festival diversificado. Assim também revelamos que temos muito a oferecer para a cena independente de música”, explica João Abdo, baixista da banda Peixes Entrópicos e um dos produtores do festival.

O objetivo do festival é que se apresentem bandas das mais diferentes vertentes do rock, propiciando a troca de experiências entre estilos distintos, além do intercâmbio de bandas de diferentes lugares. “Quem vier de fora pode se ligar no que está acontecendo por aqui”, afirma o produtor.

Para Mariana Sena, proprietária do Drama Bar, o Grito do Rock só tem a acrescentar à cena cultural campo-grandense. “Trazendo um festival desse porte para a cidade estamos estimulando que mais eventos assim aconteçam. Nós sempre apoiamos artistas independentes aqui no bar e sabemos que a cidade só tem a ganhar com isso”, avalia.

Um dia antes do festival, acontece o Esquenta do Grito Rock, onde haverá uma roda de conversa sobre Gestão de Carreira, com Renato Zanon, da Ampi Produtora, a partir das 17h, e show com a banda maranhense Vinaa e Beget de Lucena de Campo Grande, a partir das 22h. A entrada para o show custa R$ 10.

Serviço - O Drama Bar fica na avenida dos Estados, 21, Jardim dos Estados.

Programação:

Billie Negra/MS (16h20)

A Billie Negra traz a influência do punk rock em sua veia principal, a partir de músicas autorais e sonoridade própria revelam-se as letras carregadas de conteúdo poético e social.

Retorno de Saturno/MS (17h10)

Saturno é o deus romano do tempo, o próprio tempo. Sexto planeta a partir do Sol, para os astrólogos sua volta ao mapa astral natal (depois de 28 anos) marca uma transição importante em nossas vidas: a maturidade. É na senda dessa maturidade que os componentes de Retorno de Saturno - jovens dinossauros do rock campograndense, vindos com outros projetos na bagagem como Gobstopper, Dimitri Pellz, Cinturão de Fótons, Boêmios - se encontram pra produzir o que os próprios descrevem como “um som melancólico dançante”.

Toca Fitas/MS (21h20)

Teve início em 2009 na cidade de Campo Grande-MS, formada por amigos que, ao se identificarem com o mesmo gosto musical, algumas ideologias pessoais e mundanas, formaram uma banda para destilar toda essa sintonia.

Banda Visalia/MS (18h00)

Visalia é uma banda autoral de rock alternativo quem tem como objetivo mostrar seus pensamentos, opiniões, angustias e felicidades em forma de música.

Bravo Hc/MS (18h50)

A proposta do nome é soar firme, positivo, fácil, remeter a bravura, braveza, quem sabe? O fato é que sob qualquer perspectiva que você analise, o som é bravo, e acatamos a sentença. Bravo não poderia descrever melhor o que sentimos e tocamos.

Cinturão de Fótons/MS (19h40)

Música é Física. E nas duas áreas Cinturão de Fótons têm o mesmo significado: uma onda de energia que chega e se expande.

Mad Men Convoy/MS (20h30)

Mad Men Convoy foi formada em agosto de 2014, na cidade de Campo Grande/MS, por amigos que sempre tocavam juntos, porém, sem compromisso, e que resolveram investir em um sonho em comum: o de criar o seu próprio som.

Macumbapragringo/MS (22h10)

Macumbapragringo é um duo instrumental formado por Omar (guitarra) e Queen(Bateria).
Mesclando complexidade e minimalismo, a proposta da banda é criar sons atmosféricos
e climáticos tornando o show uma experiência hipnótica para o espectador.

Peixes Entrópicos/MS (23h00)

Peixes Entrópicos nasce de um daqueles encontros improváveis que a vida nos possibilita;
quando a ideia de um universo em harmonia se quebra e a manifestação das improbabilidades se realça, a única alternativa é nadar em meio ao rio das incertezas e tomar formas que só a água conseguiria acompanhar. Com um som autoproclamado "pop sonhador delicinha", a banda se demonstra pretensiosa ao proporcionar uma viagem por sons delicados e preguiçosos com letras que dizem sobre o existir e o se posicionar no mundo.

VINAA/MA (23h50)

VINAA tem na sua sonoridade influências do tropicalismo de Caetano Veloso, da força de Ney Matogrosso, do romantismo de Cazuza e do jazz-pop da Blood, Sweat and Tears. Fã de Liniker, Johnny Hooker e As Bahias e a Cozinha Mineira, VINAA também usa a música para abrir o leque de expressão e gênero.

Gobstopper/MS (00h40)

A escolha das melodias doces - o chamado chocorrock, como apelidam os próprios músicos - por muitas vezes camuflam letras envenenadas de sarcasmo. Demonstração de maturidade musical combinada com experimentações despretensiosas, mas certeiras.

Metabrisa/RJ (1h30)

Formada em 2015 sob a alcunha de Irmãos Jungstedt, a Metabrisa é o atual estado das imorríveis colaborações entre os irmãos André Jungstedt e Guilherme Jungstedt. Seu rock eletrônico é talhado à mão por sintetizadores e guitarreiragens.

Os Alquimistas/MS (2h20)

Inspirados pela moda psicodélica, glam rock e punk, Os Alquimistas utilizam equipamentos antigos e roupas estilosas em suas apresentações provocando uma sonoridade e visual único.

Alien Sputnik /MS (3h10)

Surgiu em meados de 1998, o nome veio da junção dos nomes: Alien Sex Fiend e Sigue Sigue Sputnik, bandas que nortearam a construção da estética sonora do Alien Sputnik no início. Tudo começou quando Alessandro Fonseca levou alguns poemas concretos escritos por ele, para Marino Filho musicá-los. A receita para o som do Alien é eclética: Arnaldo Antunes, Bukowski, punk, electro-pop 70/80. Para 2018 está previsto o novo CD, intitulado "General Genital" e o Alien Sputnik agora é um trio: Leiliane Assis assume os vocais e teclados juntamente com Marino Filho e Alessandro Fonseca. O míssil partiu de novo, o verbo está solto, o fim está próximo.

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