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MS exporta 942 mil kg de tilápia para o exterior entre janeiro e outubro deste ano

No passado foram exportados 700 mil kg do pescado com uma arrecadação de vendas para outros países de 11,5% Da Redação | segunda, 16 de novembro de 2020 - 14h15
De acordo com o IBGE, em todo o Estado, foi registrado um salto de 30% na produção de peixes em 2019, quando comparado a igual período de 2018 De acordo com o IBGE, em todo o Estado, foi registrado um salto de 30% na produção de peixes em 2019, quando comparado a igual período de 2018 - (Foto: ABrasil)
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Entre janeiro e outubro deste ano em Mato Grosso do Sul, o Estado registrou um crescimento de 35% na exportação de peixes se comparado com o mesmo período do ano passado. Neste ano foram exportados 942 mil kg de tilápia, conforme as informações com o Departamento Técnico da Famasul.

No passado foram exportados 700 mil kg do pescado com uma arrecadação de vendas para outros países de 11,5%, passando de US$ 4,3 milhões em 2019 para US$ 4,8 milhões em 2020.

De acordo com o IBGE, em todo o Estado, foi registrado um salto de 30% na produção de peixes em 2019, quando comparado a igual período de 2018. Foram mais de 18,1 mil toneladas frente a 13,9 mil toneladas produzidas no ano anterior. O município de Angélica foi o mais representativo nesta expansão, com 3.625% no período. Também foi considerável a arrecadação co0m a produção, de 22%, um avanço de R$ 83,4 milhões para R$ 101,6 milhões.

O ranking de produção de peixes é liderado pela tilápia com 34,1 mil toneladas, que é a espécie exportada pelo estado, seguido do pacu e patinga na mesma posição com 1,3 mil toneladas, e do pintado em terceiro com 428 toneladas produzidas.

Enquanto a produção e exportações segue em alta, os valores dos insumos pagos pelos produtores em MS também sobem.

Entre os tipos de ração o aumento apresenta ainda mais variações. O preço da ração inicial subiu 35%, a de crescimento animal 65%, e a de terminação 70%. "Essa alta ocorre devido ao aumento no preço dos principais insumos que compõem a ração. É recomendável que o piscicultor precisa aumentar a eficiência dentro da porteira para garantir o lucro na hora da venda do peixe", orienta André Nunes, coordenador de ATeG Piscicultura.
 

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