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exportação de soja em ms

MS exporta quase 5 milhões de toneladas de soja no ano passado; aumento foi de 46%

Em 2020, Mato Grosso do Sul exportou 4,8 milhões de toneladas de soja em grãos Da Redação | segunda, 11 de janeiro de 2021 - 10h00
No ranking nacional, MS permanece como o 5º maior produtor e 6º maior exportador de soja em grãos, correspondendo a 9% e 5% de participação, respectivamente No ranking nacional, MS permanece como o 5º maior produtor e 6º maior exportador de soja em grãos, correspondendo a 9% e 5% de participação, respectivamente - (Foto: Paul Whitaker/Reuters/ABrasil)
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O Estado fechou o ano com 4,8 milhões de toneladas, um aumento de 46% no volume de soja em grãos exportada em 2020, em comparação com 2019. Teve destaque também o balanço positivo no faturamento com a oleaginosa, que chegou a U$ 1,6 bilhão, alta de 40% na receita. 

De acordo com o último levantamento do Departamento Técnico do Sistema Famasul, o farelo de soja de Mato Grosso do Sul apresentou resultados recordes nas exportações em 2020. Foram 948 mil toneladas, uma alta de 119,11% do volume em relação a 2019.

No ranking nacional, MS permanece como o 5º maior produtor e 6º maior exportador de soja em grãos, correspondendo a 9% e 5% de participação, respectivamente.

A China, principal destino das exportações do produto, respondeu por US$ 1,3 bilhão, ou seja 81,9% do total. O volume total de exportações para o país asiático somou 3,9 milhões de toneladas. O segundo lugar no ranking de compradores dos grãos sul-mato-grossenses é a Argentina com 7,7% da receita total.

Segundo o levantamento, o montante de volume e receita das exportações só fica atrás do recorde registrado em 2018, quando foram exportadas 5,1 milhões de toneladas.

“O ano de 2020 foi balizado por inúmeros fatores que contribuíram para esse cenário positivo, como o impasse entre a China e os Estados Unidos que tem favorecido a demanda pela soja brasileira. Tudo isso em conjunto com a valorização do dólar em relação ao real e a supersafra, que aumentaram a competitividade do Brasil em meio à demanda internacional da oleaginosa”, avalia a analista técnica do Sistema Famasul, a economista Bruna Dias.

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