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NATAL

Saiba como passar o Natal de uma forma saudável

"Se extrapolou, não tem problema, volte a sua rotina normal no dia seguinte, natal e ano novo são como finais de semana", afirma nutricionista Geliel Oliveira | terça, 22 de dezembro de 2020 - 13h40
O nutricionista Emerson Duarte O nutricionista Emerson Duarte - (Foto: Divulgação)

Com menos de uma semana para o Natal, grande parte das pessoas como de costume almejam uma ceia vasta e farta. Mas, para aquelas que não gostam de se sentir culpadas no pós-ceia, o nutricionista Emerson Duarte dá algumas dicas ao Light de como passar a ceia de uma forma bem saudável.

“Se extrapolou, não tem problema, volte a sua rotina normal no dia seguinte. Natal e Ano Novo são como finais de semana. Você acaba comendo um pouquinho a mais mesmo. Caso não tenha rotina alimentar saudável, procure um profissional, que possa te orientar, não dá pra ficar fazendo dietas muito restritas, mirabolantes ou jejum prolongado para recuperar o que você ganhou no final do ano, isso pode prejudicar e muito sua saúde”, afirma o nutricionista. 

Segundo Duarte, é muito importante criar uma rotina. Comer em lugares tranquilos, na mesa por exemplo. Não enfrente a televisão ou use celular, deitado no sofá, com o prato na mão. Assim podemos criar regras e nos alimentarmos muito melhor. Ele ainda dá algumas dicas para substituição de alguns alimentos.

“Você consegue sim fazer algo gostoso e saudável ao mesmo tempo, como por exemplo substituir o sorvete ou a sobremesa super calórica, rica em conservantes e gorduras, por uma salada de frutas, gelatina, por um sorvete caseiro de manga, para aproveitar as frutas da estação, dessa forma podemos sim soltar um pouco a rédea, inclusive das crianças”.

Para as crianças que não gostam de comer os alimentos necessários no Natal, os pais devem usar muita criatividade. Deixar o alimento mais colorido, fazer um arroz com brócolis, cenoura, beterraba, utilizar um pouco do lúdico, quebrar esse tabu de o que é saudável é ruim, deixar ele mais visível, afinal quais crianças não comem com os olhos.

“Hoje Campo Grande é uma das capitais com maior índice de crianças obesas do Brasil, é importante lembrar que crianças obesas se tornam adultos doentes, o número de diabetes infantil é muito grande! Esses são os riscos da comorbidade, a família acabou criando a cultura de que se está feliz vamos comer e se está triste pra compensar leva pra comer também”, finaliza.

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