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COMÉRCIO LOCAL

Comércio de MS teme perdas com ampliação de medidas restritivas e toque de recolher

Rosana Siqueira | segunda, 14 de dezembro de 2020 - 10h00

“Vamos sobreviver, mas muitos pequenos negócios não vão suportar a forma que as coisas estão sendo feitas”. O desabafo é do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Adelaido Villa, que teme o endurecimento das normas de abertura do varejo e ampliação do horário do toque de recolher determinado pelo Governo do Estado e Prefeitura da Capital.

“É uma luta da CDL/CG, dos varejistas, tentar sobreviver neste ano difícil. Entendemos e acatamos o decreto que restringe o acesso no período de vendas. Mas acreditamos que estas medidas restritivas podem prejudicar as vendas no comércio varejista, na melhor época de negócios do ano”, enfatizou Villa em entrevista ao programa Giro Estadual de Notícias desta segunda-feira (14).

Ele diz que o setor registrou reação nos últimos dois meses e tinha boas perspectivas de ampliar vendas no final do ano. “Tínhamos um olhar mais positivo em todos os setores mas não sabemos se isso vai acontecer com as novas restrições. Queremos mais tranquilidade e fomos um dos primeiros estados do País a adotar as medidas de  biossegurança. Mas queremos trabalhar acho que precisamos de mais diálogo e fiscalização sobre os eventos clandestinos”, acrescentou.

O dirigente destaca que os órgãos governamentais e de Saúde deveriam tentar sensibilizar os jovens, aqueles que fazem festas ilegais a reduzirem a aglomeração. “Isso seria uma forma de contribuir para sobrevivência, para quem precisa trabalhar e produzir. No nosso Estado entendemos que problema da pandemia está muito grave. Estamos realmente vivendo novamente um crescimento da covid. São pessoas e mais pessoas contaminadas. Isso tudo tem contribuído para avanço da pandemia, As pessoas não entenderam que a pandemia não passou e começara a não respeitar normas de biossegurança fazendo aglomeração. Não entendem que podem contrair a doença atingindo um pai, uma mãe, levando pro seu lar a doença para  pessoas que podem sofrer ainda mais com a pandemia”, afirmou.

A entrevista completa você confere no player.

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